Integrantes

Capela Ultramarina

Regiane Martinez, soprano
Patrícia Nacle, contralto
Iara Ungarelli, viola da gamba
Marília Macedo, flautas
Guilherme de Camargo, guitarra renascentista
Fábio Vianna Peres, tenor, viola de cinco ordens, pesquisa, edições, concepção e direção musical

Fabio_lisboa

Fábio Vianna Peres, tenor, viola de cinco ordens

Natural de Niterói – RJ, é bacharel em música pela UNI-RIO, Pós-graduado em Canto pela Faculdade de Música Carlos Gomes, de São Paulo e Especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário Senac. Especializou-se em instrumentos de cordas dedilhadas barrocas – guitarra barroca e teorba – pelo Núcleo de Música Antiga da EMESP.

Criou em 2000 a Capela Ultramarina, conjunto que se dedica à execução historicamente informada da música portuguesa e ibérica do passado. Em 2005 participou das “VIII jornadas Internacionais – Escola de Música da Sé de Évora” em Portugal. Com a Capela Ultramarina participou do circuito Sesi de Música nos anos de 2015 e 2016, com concertos em várias cidades do Estado de São Paulo. Em 2016 foi um dos grupos convidados pelo Festiva UFF de Música Antiga, promovido pela Universidade Federal Fluminense.

Desde 2000 é integrante do Coro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente é um dos integrantes da Comissão Artística da Fundação OSESP.

No período de 2004 a 2013, colaborou regularmente como cantor e instrumentista, com o conjunto Audi Coelum. Com este grupo participou dos seguintes concertos: Antiennes “O” de l’Avent, de Charpentier (2004), Paixão segundo S. Marcos, de Reinhard Keiser (2008), Lamentationes de Jeremiae Prophete, de Orlando de Lassus (2008), Messe des Morts, de Andre Campra (2009), “In Natividade Domini” (2009) e Vespro della Beata Vergine, de Claudio Monteverdi (2010) e “Fontana d’Israel”, J. H. Schein (2013).

Participou como teorbista da Montagem da Opera “Dido & Aeneas”, de Purcell, com a Cia Minaz, de Ribeirão Preto (2013 e 2016).

Atua na área de gestão de projetos culturais e é ,desde 2005, coordenador de projetos culturais da Escola de Música de Jundiaí.

É Diretor Artístico Assistente da Orquestra Municipal de Jundiaí, desde sua implementação em 2010, tendo participação na realização de todas suas Temporadas de Concertos (2011 a 2017).


Guillherme guit

Guilherme de Camargo, viola de cinco ordens, viola de arame, guitarra renascentista

Nasceu em São Paulo, é doutorando em musicologia pela Universidade de São Paulo e graduado com o título de mestre em musicologia pela mesma instituição, onde se graduou também bacharel em violão erudito. Vem-se destacando como um dos mais importantes instrumentistas de cordas dedilhadas antigas do Brasil, realizando um trabalho pioneiro e empreendedor, levando às salas de concerto de todo o Brasil e do exterior a música para alaúde, teorba, guitarra barroca, viola de arame e guitarra romântica.
Além de sua atividade como solista, é considerado o mais ativo instrumentista de cordas dedilhadas antigas em conjuntos ou orquestras no país, com trabalhos realizados junto à Osesp, ao Coro da Osesp, à Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e ao Coral Paulistano, entre outros. Suas apresentações já o levaram às salas de concerto da China, França, Espanha, Portugal, Finlândia, Bolívia, Argentina, Paraguai e Equador, além de todo o Brasil.
Dono de uma discografia que inclui mais de uma dezena de títulos, dedica-se também ao ensino, em cursos regulares, (junto ao núcleo de Música antiga da Emesp) e em oficinas e palestras por todo o Brasil. Atua como professor de cordas dedilhadas antigas nos principais festivais do país, entre eles a Oficina de Música de Curitiba, o Curso Internacional de Verão de Brasília, e, desde 2008, o Festival Internacional de Juiz de Fora. Em 2011 realizou turnê com o espetáculo solo “350 Anos de Cordas Dedilhadas”, além de uma série de espetáculos com seu grupo “Novo Ovo Novo”. Em 2013 atuou como solista e camerista em diversas formações e, em 2014 continua com recitais solo de alaúde renascentista e prevê o lançamento do terceiro CD do Novo Ovo Novo.


Marilia Macedo

Marília Macedo, flautas

Fez curso de especialização no Conservatório Real de Haia, Holanda. Tem intensa participação no movimento de música antiga de São Paulo, destacando-se os grupos Novo Ovo Novo e As Flautas de São Paulo, apresentando-se em teatros e salas de concerto na Capital, cidades do interior de São Paulo e do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Atuou como solista em programas da Sociedade Bach, da Orquestra da Sociedade Pró Música Antiga de São Paulo , da Orquestra Sinfônica da USP e da Orquestra Sinfonia Cultura, da RTC , além de atuar como flautista convidada junto ao Coralusp, à OSM – Orquestra Sinfônica Municipal – e ao Coral Paulistano, do Theatro Municipal de São Paulo.


Patrícia Nacle

Patrícia Nacle, contralto

Natural de São Paulo, iniciou os estudos de canto com a professora Neide Thomas em 1980,e posteriormente com Lenice Prioli, formando-se em 1986 em violão erudito,pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Participou dos corais Pró-Música Sacra, Canto Vivo e Coral do Estado de São Paulo, além do Madrigais Americantiga e Coral Feminino do Colégio Humboldt, entre outros – em todos com atuações solísticas. Frequentou masterclasses com Thomas adam, Suzie Le Blanc, Fernando Carvalhaes, Inês Stockler, Ingeborg Danz e Nathalie Stutzmann. Como solista convidada, participou da montagem de Acis e Galatea  (G. F. Haendel), Paixão Segundo São Mateus (J.S.Bach), Glória (A. Vivaldi), Stabat Mater (G. B. Pergolesi) e Oratório de Natal (C. Saint Saens). É integrante do quarteto Camerata Vocalis, de  repertório renascentista. Faz parte do Coral da OSESP desde outubro de 2002 e é aluna de Juvenal de Moura.


Regiane Martinez

Regiane Martinez, soprano

Iniciou seus estudos musicais aos dez anos com a Professora Selma Zambelli Gonçalves, no curso de piano erudito.  Em 2000 participou do Estúdio Ópera de São Paulo, tendo como orientadora a soprano Niza de Castro Tank. É preparadora vocal do grupo Voz Ativa Madrigal, onde tem atuado também como solista.
Atuou como solista em diversas ocasiões, destacando-se a Missa Sancti Nicolai, de Joseph Haydn, Liebeslieder, de Johannes Brahms, Cantata de Natal, de Ricardo Tacuchian sob a regência de Lígia Amadio, Missa a Santa Cecília, de Alessandro Scarlatti sob a regência de Naomi Munakata, Cantata BWV 080, de J.S. Bach sob a regência de Rodrigo Vitta e atuou no papel de Aufseherin na ópera “Elektra” de R. Strauss sob a regência de John Neschling. Em 2001, ingressou nos Corais de Câmara e Sinfônico da Osesp.
É bacharel em Música com Habilitação em Canto pela Unesp -Universidade Estadual Paulista-, sob orientação de Martha Herr. Atualmente tem como orientadora Lenice Prioli.


Iara

Iara Ungarelli, viola da gamba

Licenciada em Educação Artística – Música pela Universidade de Brasília (2010). Iniciou seus estudos musicais aos 9 anos na EMB – Escola de Música de Brasília, formando-se no curso técnico de Viola da Gamba (orientada por Cecília Aprigliano, 2009). Participou de diversos festivais de música antiga, como o CIVEBRA (Curso Internacional de Verão de Brasília), o 18º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora e a II Semana de Música Antiga de Belo Horizonte, em cursos ministrados por profissionais como Judith Davidoff, Ricardo Rodriguez, Liam Fennelly, Philippe Pierlot e Sérgio Álvares. Participou de duas gravações comerciais: Suonate di Celebri Auttori (2009) do grupo Sonare e Outros Ventos (2013) de Paulo Ohana e Gabriel Preusse. Foi integrante fundadora do grupo Trovas d’Outrora, na capital federal. Integra o conjunto de violas da gamba Gambas Candangas desde sua fundação, em 2006. Em 2014 participou da montagem da obra La Barca, de Adriano Banchieri, no CCBB Brasília. Nos últimos dois anos, tem se apresentado em concertos de música antiga com diversos grupos em São Paulo, como Audi Coelum, Abendmusik, Bisel, Consensus e Capela Ultramarina.

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